Norah Jones

Quer ouvir uma cantora nova, de voz envolvente, repertório sofisticado?

Norah Jones, o nome dela. Sua versão de "The nearness of you" mostra uma pianista com amplo domínio vocal. Li por aí, sem confirmar, que a beldade é filha de Ravi Schankar.

Curioso. A paternidade musical de Norah está muito mais nos clubes de jazz do que em indianismos. Nas vozes de Ella e Billie, os laços maternos. Basta ouvir "Cold Cold Heart" e "Painter Song" para se ter certeza de que o mundo pop ganhou uma cantora de raríssimo refinamento. Pop? Sim, ela é pop.


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Outra Curitiba

Ontem vi uma Curitiba que desconhecia. Sem carro, avariado, vazando água, tive que ir de ônibus ao local de trabalho. Apesar do sistema de transporte da cidade ser muito elogiado, esta foi a segunda vez que uso transporte coletivo desde que cheguei a esta cidade há nove meses. Moro próximo ao Centro. Quase sempre resolvo minhas coisas a pé ou de carro. Por incrível que pareça, no Rio usava mais o ônibus. Andar de carro em Curitiba é consideravelmente menos estressante. Comparados aos do Rio, os congestionamentos na Visconde Guarapuava são como ... tirar um doce de uma criança (não, tirar doce de de criança é bem mais complicado). Achar vaga também é bem mais simples. Retomando: tive que ir pro terminal Capão Raso para pegar uma conexão para o CIC. Saindo de lá que viu um bairro bem diferente da Curitiba que conhecia. Sim, já fui a Almirante Tamandáré, um lugar com muita pobreza, mas lá é outro município. Em Capão Raso vi um lugar sem cor, pálido, uma Curitiba que não sai na capa da revista Exame.
Acho que ainda conheço pouco da cidade.


 

E por falar em indie...

Nunca gostei muito desse rótulo... Assim como não gostava do rótulo dark... Rótulos limitam. E nunca apreciei um só tipo de som ou movimento cultural.


 

O que houve com o 'Alta Fidelidade'

Alguém sabe por que bateu as botas o programa Alta Fidelidade?

O programa, que ia ao ar às quintas na Educativa FM, de Curitiba, nem mesmo teve direito a uma despedida solene. André e Guto, editores do Bule, comunicaram a (má) notícia na última semana, num mail que pouco explicou.

Indies Tipos, quem de vocês sabe o que houve?


 

A volta dos que não foram

Faz tanto tempo que não faço um post no Tipos que por pouco não me sinto um calouro. Por favor, poupem meu cabelo!

Algumas coisas legais aconteceram nesse interim - dentre elas o surgimento de oportunidades de trabalho e outras atividades que desviaram minhas atenções.

Foi tanto tempo afastado que esqueci minha senha. El Dios Moraes, solícito, arrumou outra. Providencial.

Vejo que o Mundo Tipos cresceu. Muita gente nova. Ou será que o novo sou eu?

De longe, dei umas espiadas no que o pessoal escrevia. Nesse tempo, Moraes saiu e voltou.

Bom, aqui estou. Boas-vindas pra mim!


 

Flamengo campeão !

Sim, eu sei que você está achando estranho esse título. Afinal, o rubro-negro carioca anda dando vexames dentro e fora das quatro linhas.

Ora, ora, tem sim um Flamengo campeão. E na web!

O Flamengo Net, site não oficial do clube do qual sou orgulhoso colaborador, foi o vencedor do i-Best na categoria Pessoal/Esportes. O resultado foi anunciado na última terça numa badalada cerimônia de entrega de prêmios, no Via Funchal de São Paulo.

Pelo menos na web, o Flamengo dá orgulho. Pela mão de apaixonados e devotados torcedores.


 

O set-list que mandei para a 96 FM

Aos domingos, a 96 FM leva ao ar um programa produzido por ouvintes. Mandei a minha relação para lá. Quem sabe cola?

Só músicas de cantores ou bandas escocesas. Saca só:

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James Bond é pop. E rock!

Presente dos deuses, o Audio Galaxy ainda não caiu no purgatório que expurgou o Napster da rede. Ótimo, pois continua sendo uma das melhores senão a melhor alternativa para download de Mp3.

Foi com ele que montei um presentão para um cara aficionado por filmes de 007. Meu irmão!

Numa busca quase desvairada encontrei e reencontrei umas gravações bacanas toda vida. Exemplos?

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Som bacana

The Pastels - 'Speeding Motorcycle'

Encontre o Mp3 no AudioGalaxy!


 

Alvinegros na cidade das Araucárias

Como tem corinthiano aqui em Curitiba!

De gritos exultantes a explosão de fogos, ouvi de tudo assim que Deivid botou a segunda bola na rede do Braziliense.

E não é que o time do Luiz Estevão encarou o Timão de peito aberto?

Não fosse a arbitragem, sairia do Morumba ao menos com um empate.

E o que é aquela camisa do time do Grupo OK?

Uniforme de F-1? Classificados de jornal? :)


 

Programa de rádio

Venho preparando um set-list para enviar ao Rádio Amador, da 96 FM, a Rádio Rock.

E fiquei com vontade de produzir um programa radiofônico de Rock. Algo que não fique excessivamente limitado ao universo indie. Um programa deve ser divertido, diversificado, surpreendente e sobretudo informativo. É preciso mostrar que o meio rock'n'roll muitas vezes bebe em águas insuspeitas.

Quem topa trocar idéias a respeito?


 

Aliás...

Esta quarta foi a primeira vez que andei de ônibus expresso aqui em Curitiba desde que vim para cá em definitivo.

Por incrível que pareça, resolvo tudo caminhando ou de carro.

Ao sair de casa, recebi um aviso: "Cuidado com a carteira".


 

Por outro lado...

Ao sair do TRE, já no ônibus expresso, um pensamento nostálgico abateu-me. A transferência do título é mais um vínculo rompido com o Rio de Janeiro. Mais um.


 

Um título em 210 minutos!

Alívio.

Foram 3 horas e meia de espera, a maior parte delas de pé, numa fila quase quilométrica.

Tudo por um título de eleitor, devidamente transferido do Rio para o Paraná.

Sei, sei, você deve estar comentando para si mesmo: "Como todo típico brasileiro, deixou para a última hora".

É, pode ser.

Para ser sincero, nem pensara em requerer a transferência. Intencionava aproveitar a ocasião para viajar ao Rio, rever a família e votar nos meus candidatos locais - dentre eles, o excelente deputado estadual Carlos Minc (PT-RJ).

Fui convencido a ir ao TRE num colóquio telefônico com meu pai. "O Brasil precisa do seu voto consciente", disse. Imensa responsabilidade, a que ele me passou. Já pensou seu meu candidato a presidente perde por um voto? :)))

Enfim, reservei a tarde de hoje para isso. Poderia ter aparecido ao vivo no Paraná TV, tivesse eu vocação para papagaio de pirata, ou de repórter da RPC, melhor dizendo.

Foi rápido. Indolor. A atenção e simpatia da atendente foi surpreendente, para quem provavelmente estava cumprindo hora extra, já às 8 da noite.

Enfim, aqui estou. Se alguém tiver boas sugestões para deputados estadual e federal, avisem-me.


 

Justiça tarda mas (às vezes) não falha

Deu no jornal carioca O Dia: "O cantor Agnaldo Timóteo foi condenado pela Justiça Federal, semana passada, a três anos de prisão, por ter se envolvido em confusão com uma aeromoça a bordo de avião da Varig, em 1998. O juiz Alexandre Berzosa Saliba considerou que o ex-vereador colocou a aeronave em perigo. No despacho, no entanto, o magistrado determinou que a punição seja transformada em pena alternativa – ainda a ser definida. O cantor vai recorrer".

O que esse fato tem a ver comigo?

Cliquem aqui para saber.

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Som

Gustavo Cerati Sinfonico

Sweet Sahumerio,


 

Vale a pena ver de novo...

Cinco anos depois, revejo "O Paciente Inglês".

E, curiosamente, gostei muito mais agora do filme de Anthony Minghuella do que na primeira vez.

Juliette Binoche pareceu-me muito mais encantadora e Ralph Fiennes nem tão canastrão quanto dizem.

Vou partir para o livro, um dos muitos que meu pai me emprestou quando fui ao Rio na Páscoa.

Quem vencerá na inevitável comparação? :)


 

Livros e combustíveis

Moraes recomenda "A Cultura da Interface", de Steve Johnson. Como o assunto muito me interessa, logo fiz uma pesquisa por três livrarias virtuais. Pura perda de tempo.

Preço do site das Livrarias Curitiba: R$ 26.

Preço da Saraiva: R$ 26.

Preço do Submarino: R$26.

Claro que não deveria ser novidade mas é revoltante que o preço praticado pelo mercado seja exatamente o mesmo sugerido pelas editoras.

Puro engodo o papo, propalado pelo Governo, de que o Real estimula a concorrência. Se em tese os postos de gasolina devem ter preços diferenciados, sob a pena de não caracterizar um cartel, por que a regra não vale para as vendedoras de livros?

Livro, FHC deve saber, é combustível. De conhecimento.


 

Londrina

Um estranho no ninho - ou no Tipos. Às vezes tenho essa sensação. Sou um dos poucos, senão o único, que não tem Londrina na sua história.

Até onde sei, a maioria dos Tipos viveu e conviveu, estudou e vadiou, chorou e se emocionou - juntos. Em comum, a UEL, para onde convergiu gente de origens diferentes.

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Londres e Londrina II

Já Londrina nunca tive vontade de conhecer. E olha que meu destino poderia ter sido a capital pé-vermelha.

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